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Levo Carcavelos-Oeiras-Sintra

A viagem começou bem cedo na manhã de Sábado e só chegando a Lisboa é que se decidiu o que ver. Iniciou-se pela Feira da ladra:
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Cá para "cima", parecido só temos a Feira da Vandoma no Porto, mas as ofertas não são tão interessantes. Depois de uma espreitadela pela infinidade de bancas, foi numa de material de artes que me perdi (nos próximos posts mostro). Ainda se fizeram boas compras:
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Com um "arrombo" na carteira, já surgia o mesmo no estomago e fomos a Belém. Almoçámos num restaurante junto aos afamados pastéis, que mais parecia um corredor (e onde apanhei uma gripe que me afastou daqui até agora). Como tínhamos tempo, era a escolher entre a arte contemporânea do Museu Berardo no CCB ou a Exposição Arqueológica. Pessoalmente já tinha visto as duas, apesar da primeira estar sempre a mudar nas várias vezes que lá passei, mas a escolha recaiu sobre a visita ao passado (parte egípcia vale a pena). Look, à saída:
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Mosteiro dos Jerónimos:
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Depois de fazer o check-in no Hotel Real Oeiras, foi tempo de ir até à praia de Carcavelos onde o main event se realizava (Tony Hawk & Friends Show). Fomos pela marginal de vidro aberto e a chegada (e fila) foi com esta vista:
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A pulseira Golden Circle dava acesso a um espaço junto ao palco, com controlo de seguranças à entrada e saída, e colocáva-nos entre os artistas e a barreira com o resto da multidão. Não posso negar que o espaço, a liberdade e a visualização foram melhores, mas este tratamento VIP foi estanho:
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Depois do sunset reggae, veio uma das bandas que me acompanha desde o seu início no leitor e que queria ver há muito mas nunca tinha conseguido. São os Orelha Negra:
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As filas IMENSAS para comes e bebes não deixaram ver os primeiros minutos, mas mesmo cheio de fome e com os cachorros nas mãos consegui-mos comer. Guardá-mos nas mochilas pois tínha-mos o coração na boca. A vez do mito Tony Hawk:
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E a sua despedida, filmada por alguém, em que, quando tudo pensa que se ia embora por ter retirado o capacete e braçadeiras, nos faz isto:

Com esta câmara parece tudo pequeno, e quem sabe simples, mas depois de ver ao vivo ainda demorou uns minutos até conseguir jantar algo.
Pela noite dentro houve vários artistas mas já nada de se lhe tirar o chapéu. Naughty Boy:
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Icona Pop:
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Depois de umas horas bem dormidas, mas tendo acordado atropelado pelo cansaço e gripe, fomos até Sintra. Não conhecia os roteiros, mas logo se fez as escolhas. Castelos dos Mouros:
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Caminha-se bastante e com sol intenso chega a custar, mas a paisagem é imbatível!
Florestas de Sintra:
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E o, desde há algum tempo esperado, Palácio da Pena:
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Temos acesso à história e a grande parte das divisões, e uma que me agradou foi o quarto do rei que foi morto pelo povo, D.Carlos I, com as suas pinturas inacabadas. Nota-se ao fundo o palácio da pena e as ninfas nos bosques:
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A vista sobre Lisboa:
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O pôr do sol:
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Havia um caminho estreito, que parecia que acabava ao virar da esquina e que ninguém ia. Tive que ir espreitar e permitia dar a volta ao palácio e sem afluência de turistas. Dava para ver novamente o castelo dos Mouros, que fica lá em cima, visto ainda mais de cima! Esta formação rochosa de Sintra é impressionante:
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O caminho e o look desse dia:
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Já com o sol posto, mas sem vontade de regressar, fomos à histórica "Piriquita" degustar a pastelaria local, com as queijadas de Sintra e o famoso travesseiro a fazerem um "pirete às linhas"!
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Juntou-se outros 300 quilómetros de estrada e acabou-se mais um fim de semana.

Levo o esticar do verão até às últimas

Andei todos os dias a ver a meteorologia até ontem, e a imagem de um sol que apareceu (em vez das nuvens e chuvas anteriormente anunciadas) foi o que bastou para cancelar os planos que tinha (para jogos de futebol e jantares) e reservar um belo hotel: Este fim-de-semana irei explorar Cascais e Sintra!
Já visitei de passagem e penso que os dois dias irão dar para conhecer melhor, mas o motivo principal da escolha, devo confessar, é o evento que lá vai acontecer: TONY HAWK & friends show e as bandas do momento.
Naughty Boy e o seu LALALA, as Icona Pop com o I DON'T CARE; e os portugueses Mastiksoul (que já vi) e os Orelha Negra que nunca consegui assistir (e queria tanto) já eram suficientes, mas... vai lá estar o TONY HAWK!! 
É a oportunidade de ver este rei do skate e da parte radical da minha adolescência!
Mupi
E também deverá ser a última/única oportunidade que terei de ver (pelo menos no activo) o artista do primeiro 900º (duas voltas e meia em cima de um skate), proeza que quando vi em 1999 me fez arrepiar e ainda hoje o faz! Será que ainda o consegue? Vejam:

(sinto-me um menino em véspera de Natal, pelo que já comprei os bilhetes e para o Golden Circle para ver mais de perto!)

Irá ser com este evento que prometo pôr fim ao Verão, aceitando então a vinda de camisolas e botas, mas amanhã (das 17h às 5h) será ainda para viver ao máximo na praia de Carcavelos!! Bom fim de semana para vocês também, até segunda!

Música

A música é uma companheira. Quando não é personagem principal fica a fazer de banda sonora, dando outro brilho a todas as restantes cenas.
Não é preciso um conjunto, por vezes chega um artista e a sua guitarra. Sem voz mas com muito sentimento expresso pelos dedos. É o suficiente para me encher a sala e o espírito!
Este fim-de-semana irei para a semana do caloiro de Aveiro, com muito movimento, som nas alturas e luzes demasiado brilhantes, mas os acordares serão assim:

Esta é, ou será, a música deste fim de semana, que começa hoje.

Verão na casa!

Depois de uma tarde agradável a noite de Verão seguiu o mesmo espírito! O espectáculo foi junto à entrada da casa da música:
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E o artista foi, o senhor, Frankie Chavez:
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Neste concerto teve a companhia de dois convidados em algumas músicas (um baterista e uma voz feminina), mas a maioria era apenas a sua voz, as mãos na guitarra, um pé no bombo e outro na pandeireta:
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Quando chegámos estavam as mesas todas ocupadas mas, mesmo à frente do palco, havia puffs e foi ali mesmo, na primeira fila, como se estivéssemos em casa, que assistimos a este grande concerto! (dava para colocar os pés no palco como se fosse a mesinha da sala):
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Bastante público (havia muito mais em pé do outro lado):
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Uma noite fantástica, mas tudo tem um fim:
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Festival Med - Último dia

Desta vez fomos menos, começámos 5, mas acabámos por nos ir cruzando e aglomerando à medida que a noite passava entre amigos e amigos de amigos. Foi tempo de visitar com mais calma as barraquinhas com ofertas diferentes do habitual - como é o caso destas poções:
E espreitar os magníficos concertos espalhados nos diferentes palcos, como foi o caso das guitarras do "one band man" Frankie Chavez:
Da luta energética e contagiantes dos elementos da Balkan Brass Battle:
Dos portugueses Pinto Ferreira que fizeram o favor de repetir a "violinos no telhado" e "elogio da estupidez":
E por fim, dançar ao som de mp3 de "Netinho" e "Banda Eva" numa barraca brasileira (confesso que há pessoas na fotografia que não conheço):
A repetir para o ano sem dúvida! Se tiverem a oportunidade não a desperdicem, pode não ser tão conhecido como o optimus alive e superbock super rock, mas tem um encanto único.









Festival Med - Dia 1

Tínhamos combinado às 19:3o estarmos, os cerca de 20, na entrada da bilheteira, mas o facto de um dos que ia no carro ter descoberto que lhe tinham roubado o dele e incendiado perto das salinas fez com que fossemos mais tarde. Apesar do início de noite perturbado chegámos a tempo de ver os Migna Mala (banda que conhecíamos o vocalista/guitarrista):

Andámos pelas ruas a ver o artesanato e a descobrir o que por lá havia:
Visitámos todas as praças:
Assistimos ao "fadista" António Zambujo:
Ensinámos músicas e jogos às pessoas por quem passávamos, como se nos tivessem pago para fazer animação de rua, e entravam na festa:



Dançámos energicamente ao som dos JAADU - Faiz Ali Faiz & Titi Robin:


Ao vir embora, resolveram satisfazer um dos meus sonhos desde que cheguei a Faro - tirar fotografias junto às estátuas da rotunda do aeroporto! Ainda hoje lhes agradeço:



Resolvemos acabar a noite na praia e, o único 100% sóbrio - eu - conduzi o carro de uma amiga. Não é que ao nos escondermos de um que tinha ido comprar comida às bombas fui raspar num pino? Bastante e amolgou. Resultado, para além de ver reduzida a conta, até se esquecerem sou o "pinocos" (Outra condutora foi apanhada com mais de 1,20 de álcool no sangue).

Festival Med (parte II)

Infelizmente na sexta-feira não foi feriado como no Porto e teve-se que ir trabalhar. Mais uma noite fantástica em que terei que colocar aqui umas fotos com tempo já que foi mágico: sentir a união do grupo, ver as pessoas reticentes e a acabarem por vir brincar connosco, os sorrisos, os abraços, as pessoas a seguirem-nos... bem, 3h30 de pura diversão!
Agora, com as baterias cheias é hora de voltar para o Med para assistir, entre outros, ao Frankie Chavez, Balkan Brass Battle e os Pinto Ferreira. Podem ver mais clicando aqui.

Festival Med

Logo irei pela primeira vez a este festival que tanto me têm falado. Trata-se de um festival de músicas do mundo que já vai no oitavo ano e pelo que ouvi dizer toda a zona histórica da cidade de Loulé é absorvida, dando lugar a sete palcos, fazendo das praças locais de refeição e das ruas mercados de artesanato e exposições.
Conheço um elemento de uma das bandas que irá tocar, os Migna Mala, e lá estaremos para dançar. Com o grupo que vou só poderá ser a loucura, de certeza que grande parte da festa será feita por nós!
Se alguém for, até já!