Levo o gosto dos ciclos

O tempo hoje voltou a arrefecer e trouxe-me algumas das vontades do Outono! Uma delas, que adormeço completamente no Verão, é a vontade de andar de bicicleta. Para mim, bicicleta é poças de água, lama, chuva, frio. É neste tempo que me dá gozo voltar a pegar nela, ir para a serra até que retorne o calor. Se este tempo tiver vindo para ficar, sábado lá recomeçarei este ciclo!
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(depois da prova da cidade de Coimbra, entretanto já com algumas modificações)

Levo os sentimentos em mais do que uma língua

Não nasci neste país e a minha primeira língua não foi esta com que vos escrevo. O portugûes serve-me para tudo hoje em dia, mas, apesar de ter sido pouco tempo, é em ainda em francês que os sentimentos ganham a verdadeira dimensão.
Isto para introduzir o meu fascínio pelo senhor que se segue: Stromae é um cantor belga que já nos trouxe um hit mundial (que passava em quase todas as discos) de nome "Alors on dance". É um fenómeno nos países francófonos e este é mais um das suas dezenas de vídeos. Poderão muitos de vocês não perceber a totalidade do texto, mas o sentimento é universal, bem como a expressão, a música e a dança! É diferente e vale a pena. Para ajudar a compreensão "Papaoutai" refere-se a "Papa où tu es?" = "Papá onde estás?"

Levo a partilha

Estive a arrumar os materiais para recomeçar com os desenhos. Encontrei uma folha preta, pouco maior que  a comum A4, e veio-me logo à cabeça que seria ideal para desenhar uma imagem de um gato que tinha encontrado pela net. Utilizei apenas um lápis branco para fazer os rabiscos e um preto para dar uns retoques. O resultado do teste foi este:
gato pretooo
Vou partilhá-lo com alguém que goste dele. Se forem duas pessoas até posso fazer outro parecido mas se houver mais casos terá de ser sorteado. Para "inscrever" peço que deixem um comentário para eu saber e que partilhem esta partilha no vosso blog para chegar a mais pessoas.
Gatopreto
Quem quiser ver mais dos desenhos passados pode ver em www.whynot.pt.la ou adicionar no facebook www.facebook.com/whynot.pt.la

Levo a tristeza de ver dias não vividos

É raro ver hoje em dia alguém que se sinta completo. Pode até estar, mas o mais certo é não se sentir assim.

Sempre que se faz uma escolha entre duas opções há sempre uma que fica para trás, e o que acontece a muitos é que em vez de viver com a escolha feita acaba por não viver nem uma nem outra. Este caminho abortado torna-se uma âncora e toma a proporção que se deixar, por vezes acaba por prender uma vida inteira. É certo  que muitas destas escolhas são impostas, que não seria o caminho que queríamos, também é certo que se perde muito ao longo do tempo, mas e o resto que se pode ganhar? Se se remexer a vida será que esses vazios enormes não são preenxidos com coisas, nem que sejam mais pequenas? É que tudo é para ser vivido!

E esta música encaixa na perfeição:

Levo viagens de Vespa em fim de tarde

Se há coisa que me dá prazer é pegar na Vespa e acelerar estrada fora. Há qualquer coisa neste conceito de mota que faz com que surja, logo aos primeiros metros de alcatrão, BOOM: alegria! A posição do corpo, a facilidade de guiar, as suas linhas arredondadas, a parte simples da sua mecânica e a complexidade de a pôr por vezes a trabalhar, tudo isto é Vespa. Depois, para ir ao rio, à piscina, ao pão, tudo é oportunidade para pegar nela agora no Verão. Sempre acompanhada de uns chinelos, t-shirt e calções. De pernas de fora e  vento na cara. Não surge por acaso nos guiões das melhores histórias... é porque é mesmo com ela que surgem as melhores recordações.
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(fotografia tirada por um amigo)

Levo o mundo visto pelos olhos dos outros

Murad Osmann é um jovem fotógrafo Russo que começou a colocar no instagram fotografias de passeios e viagens. Até aqui tudo normal, é algo que muitos fazem, mas as suas tem particularidade de em todas estar de braço estendido, a agarrar a mão da sua companheira que, à sua frente, o guia pelo mundo. Os locais variam desde lojas, parques de diversões, até aos recantos mais exóticos.

Este é o
 mundo, visto por um homem apaixonado por uma mulher aventureira:


Levo tempos de ausencia

Há alturas que tudo nos apetece e nada fazemos, que se desaparece e nada dizemos. Esta foi uma das alturas. Foram 8, 9 meses? O tempo suficiente para renascer para a vontade dos blogs.. apesar de ter sido um "parto" ausciliado por algúem que já esteve neste mundo e também só agora voltou. Estive completamente fora e até me por a par de tudo e dar novamente os primeiros passos irá durar algum tempo, mas agradeço desde já a quem me trouxe e a quem ainda não apagou o meu link.