Levo a tristeza de ver dias não vividos

É raro ver hoje em dia alguém que se sinta completo. Pode até estar, mas o mais certo é não se sentir assim.

Sempre que se faz uma escolha entre duas opções há sempre uma que fica para trás, e o que acontece a muitos é que em vez de viver com a escolha feita acaba por não viver nem uma nem outra. Este caminho abortado torna-se uma âncora e toma a proporção que se deixar, por vezes acaba por prender uma vida inteira. É certo  que muitas destas escolhas são impostas, que não seria o caminho que queríamos, também é certo que se perde muito ao longo do tempo, mas e o resto que se pode ganhar? Se se remexer a vida será que esses vazios enormes não são preenxidos com coisas, nem que sejam mais pequenas? É que tudo é para ser vivido!

E esta música encaixa na perfeição:

Levo viagens de Vespa em fim de tarde

Se há coisa que me dá prazer é pegar na Vespa e acelerar estrada fora. Há qualquer coisa neste conceito de mota que faz com que surja, logo aos primeiros metros de alcatrão, BOOM: alegria! A posição do corpo, a facilidade de guiar, as suas linhas arredondadas, a parte simples da sua mecânica e a complexidade de a pôr por vezes a trabalhar, tudo isto é Vespa. Depois, para ir ao rio, à piscina, ao pão, tudo é oportunidade para pegar nela agora no Verão. Sempre acompanhada de uns chinelos, t-shirt e calções. De pernas de fora e  vento na cara. Não surge por acaso nos guiões das melhores histórias... é porque é mesmo com ela que surgem as melhores recordações.
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(fotografia tirada por um amigo)

Levo o mundo visto pelos olhos dos outros

Murad Osmann é um jovem fotógrafo Russo que começou a colocar no instagram fotografias de passeios e viagens. Até aqui tudo normal, é algo que muitos fazem, mas as suas tem particularidade de em todas estar de braço estendido, a agarrar a mão da sua companheira que, à sua frente, o guia pelo mundo. Os locais variam desde lojas, parques de diversões, até aos recantos mais exóticos.

Este é o
 mundo, visto por um homem apaixonado por uma mulher aventureira:


Levo tempos de ausencia

Há alturas que tudo nos apetece e nada fazemos, que se desaparece e nada dizemos. Esta foi uma das alturas. Foram 8, 9 meses? O tempo suficiente para renascer para a vontade dos blogs.. apesar de ter sido um "parto" ausciliado por algúem que já esteve neste mundo e também só agora voltou. Estive completamente fora e até me por a par de tudo e dar novamente os primeiros passos irá durar algum tempo, mas agradeço desde já a quem me trouxe e a quem ainda não apagou o meu link.

Tradições

S.Martinho com roupa a cheirar a fumo, mãos enfarruscadas e uma tarde/noite bem passada!DSC00859DSC00855
E com a experiência de que assar castanhas tem muita ciência! 

"Garçon" de animais

Temos um gato em casa. Já sabíamos que a ração era repartida pelo nosso e pelos gatos dos vizinhos, mas ultimamente esta tem vindo a desaparecer exponencialmente. Heis um dos novos frequentadores da "cantina":
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Coisas que me deixam fascinado (7)

Nunca fui seguidor do programa "Ídolos". Não por ser um concurso, mas por ser quinze minutos de interesse em três horas.
Não acompanhei mas que apreciei algumas vozes e estilos de concorrentes. Hoje voltei-me a cruzar no "youtube" com dois deles, mas fiquei fascinado principalmente por um, o João Seilá. Um músico. Um jovem que canta com aquela paixão que aplicamos nas coisas que gostamos. Aquela réstia de sonho de criança que todos temos, sente-se.
Levo duas versões que mostram que com uma música razoável se consegue fazer algo muito bom...
...e que com algo muito bom se consegue fazer ainda melhor!