Reabertura do site

Quero agradecer mais uma vez mais todo o apoio que me foi dado. Quanto ao resultado, teria que o apresentar aqui e vou começar por mostrar uma nova experiência, que foram as pulseiras em macramé:
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São feitas em fio de algodão e com as "porcas" de parafusos. O efeito num pulso feminino será melhor e penso que combinará bem com os relógios Casio que tanto estão na moda:
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Brevemente irei fazer com outros feitios e diferentes materiais. Deste modo, convido-vos a visitar este e outros trabalhos, e em fazer parte da "reabertura" do meu site (se quiserem também podem publicitá-lo, seria uma grande ajuda). Para ver, basta clicar no seu logotipo:
Whynot
Ou visitar em whynot.pt.la

Viagem ao Senegal (Dia 7)

Este seria então um dia de descanso e de planeamento. Começámos com um passeio pela praia:
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E apenas parámos quando chegámos a uma zona de resort's, onde aproveitámos a esplanada para fazer o nosso "escritório":
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De entre muitos pensamentos, o que mais me surgia era como é que havia pessoas que preferiam estar na piscina com um mar daqueles mesmo em frente:
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Já que iríamos ter um Jipe, e o intuito era conhecer o interior do país onde as estradas e os recursos são mais escassos, surgiu a necessidade de comprar um guia melhor:
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Como o tempo passou a voar, os restaurantes fecharam todos e tivemos que ali voltar. É uma pena que todos os destinos turísticos acabem por, mais cedo ou mais tarde, perder a sua identidade. Apesar de nos ter sabido bem, pizzas e esparguete à bolonhesa não estava nos nossos planos:
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Aproveitámos para visitar as dezenas de barracas de artesanato, centros de exposições adaptados e o resto da vila:
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Depois de assinarmos contrato com o dono do jipe, e de acordarmos uma viagem de 5 dias, deslocámo-nos para uma localidade mais perto da estrada principal (as baratas e a degradação da qualidade da casa assim o exigiu). O destino foi Saly Portugal, e tem precisamente este nome devido à influência do nosso país. Trata-se da região mais turística que visitámos e a primeira reacção na sua passagem foi "isto parece albufeira!", "olha, esta rua parece quarteira!", etc. Procurámos um local onde dormir, e como ao bom estilo do Algarve, alugámos uma vivenda num condomínio fechado com o bónus de estar totalmente equipada. Nos sentimos em casa com todas as regalias. Aproveitámos para lavar a roupa na máquina e cozinhar o que tínhamos nas mochilas:
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Todas as restantes casas estavam desabitadas, bares fechados, palcos vazios. Fomos mesmo assim deambulando até chegar à praia onde tivemos a companhia de uma agradável noite:
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E tal como os restantes, aproveitei para ver as estrelas e pensar na vida:
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De volta?

Esta procura de emprego sem fim tem-me deixado um pouco em baixo, por isso cedi aos apelos para fazer algo que goste. Deste modo, ontem foi dia de ir às compras. Trouxe comigo material para alguns projectos que queria realizar e pode ser que na próxima semana já haja alguns resultados. Vou continuar na mesma com a incessante procura mas também apostar no que me dá realmente prazer. Até pode ser que consiga ter algum retorno (nem que não seja colmatar os quase 90€ investidos de ontem).
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Estado de espírito (2)

Now and then I think of when we were together, like when you said you felt so happy you could die! Told myself that you were right for me, but felt so lonely in your company, but that was love and it's an ache I still remember.
You can get addicted to a certain kind of sadness, like resignation to the end, always the end! So when we found that we could not make sense, well you said that we would still be friends, but I'll admit that I was glad that it was over.

But you didn't have to cut me off, make out like it never happened and that we were nothing. And I don't even need your love but you treat me like a stranger and that feels so rough!
You didn't have to stoop so low, have your friends collect your records and then change your number. I guess that I don't need that though. Now you're just somebody that I used to know.

Now and then I think of all the times you screwed me over, but had me believing it was always something that I'd done. And I don't want to live that way reading into every word you say, you said that you could let it go and I wouldn't catch you hung up on somebody that you used to know!
Gotye - Somebody that I used to know

Coisas que me deixam fascinado (3)

O google, hoje, relembra-nos do aniversário de Art Clokey, pai do Stop Motion, e é uma boa oportunidade para também me relembrar do meu filme preferido nesta técnica. Tiraram 60mil fotografias, revelaram 9600 que são as que vemos a serem espalhadas e voltaram a fotografar 1800 para constituir a sequência do filme publicitário. Além de ser genial e não ter pós-produção, fascina-me a história, a música e a especialmente a letra:

Viagem ao Senegal (Dia 6)

Pela manhã, do terraço de nossa casa era esta a vista:
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Depois de uma visita por Somone fomos em direcção à reserva natural de Bandia. Os preços praticados eram excessivos para fazer uma volta de jipe para ver os animais selvagens, então decidimos não ir e pensar em nos deslocar até ao Senegal profundo. Ainda assim vimos vários de graça:
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No entanto, quisemos ir até à aldeia das tartarugas, um mini parque em que protegem e seria uma oportunidade única. Havia uma enfermaria onde eram tratadas, um local com diferentes espécies e depois divisões entre as mais pequenas até às mais velhas. Aqui fica uma das mais antigas:
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O guia, que aqui já se estava a tornar um amigo, pediu para fazer um desvio e ir visitar os pais e amigos. Claro que deixámos e aproveitámos para conhecer melhor o povo. À partida as crianças começaram a correr atrás do nosso carro:
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Rua de Nhac, ao lado de Lac Rose (Lago rosa):
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Devido ao meu gosto pela música, e de outra rapariga, o guia disse que havia uma terra onde havia os melhores Djembés e implorámos para lá ir. Depois da longa viagem, estacionámos o carro e fomos pela praia. Esta imagem impressionou-me por ser digna de um postal e também pela minha formação, eram imponentes aquelas formações geológicas e eram impensáveis aquelas construções de elevado risco num país ocidental:
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Como na maioria das localidades habitadas, o lixo abundava e infelizmente mistura-se com a natureza:
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Vimos os pescadores a retirar peixe fresco e a comercializá-lo logo ali:
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Enquanto que pelas ruas eram as crianças que reinavam e nos roubavam sorrisos:
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Chegámos ao local que ansiávamos mesmo na hora certa. Aqui, juntam-se ao pôr-do-sol para beber café Toubá (café típico do Senegal que é uma mistura de café e chá) e tocar Djembé numa espécie de oração. Ficámos impressionados por os jovens mais velhos tratarem tão carinhosamente dos mais novos, enchendo-lhes as malgas que timidamente traziam. Nós éramos uns estranhos a assistir mas aquela generosidade estendeu-se e fomos brindados por pão e café, como se fizéssemos parte do grupo:
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A partir daí sentimos que as nossas diferenças deixaram de existir:
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E já todos nós trocávamos de instrumentos. Estas mini-cabaças comprámos na ilha de Gorè e os mais pequenos fizeram questão de nos ensinar os seus dotes:
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Um dos "líderes" ensinou-me como se tocava a pares e os mais novos viam no meu Djambé a oportunidade de brincar sem ouvir raspanete:
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Com o anoitecer, voltámos para a nossa casa. Este era o dia em que íamos render o Renault que nos tinha acompanhado e era tempo de decidir o que fazer nos próximos. Recebemos a visita de um dos amigos do nosso guia, que tinha conversado naquela curta passagem pela sua terra. Encontrou oportunidade de negócio e queria ser nosso guia alugando-nos um Jipe. Foi então que decidimos ir até ao interior do Senegal. Alugámos-lhe um 4x4 por 4 dias e ia ser o recomeço da aventura, mas com o nosso guia! Mesmo assim ficou satisfeito e acabámos a noite a aprender músicas e danças africanas:
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